O Castelo Do Meu Ser

quinta-feira, 3 de julho de 2014.

Às vezes provo do inferno
Outra do doce mel
No amargo fel
Esquento-me no inverno
Em estado de ternura
Ou de insinuante amargura.

Continuo de amando
Tal sentimento me sufocando
Vejo que o intento
É dar-te o tormento
Nem simplesmente me odeia
Arde sangue nas veias.

A visão da branca tempestade
Transportando-me a um estado tortuoso
Perdi-me no labirinto temeroso
Onde enterrei da obscuridade
Das lembranças e remorso
Quanto mais raiva, mais te adoro.
Desconheço o castelo que moro.

Até parece que a natureza
Tripudia do que vai acontecer
A minha face escapou a beleza
O tempo à fez desaparecer
E eu mesmo sou prisioneiro

No castelo do meu ser.
(Jason Notifies Wallace) 

Texto retirado do livro = Canção De Fantasma, pag 25-6

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