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Holiness - Mine

terça-feira, 19 de agosto de 2014.





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Holiness

Holiness é uma banda gaúcha de Metal foi formada na cidade de Erechimno Rio Grande do Sul. A banda gravou seu disco de estréia em um estúdio independente localizado em uma chácara que pertence ao pai da vocalista. O álbum, lançado em fevereiro de 2010, sob o nome de "Beneath the Surface", foi mixado no Area 51 Recording Studio em Hannover, Alemanha. A banda se formou "oficialmente" em 2008 segundo a vocalista em uma entrevista, mas algumas das canções já haviam sido previamente escritas, no ano de 2006.




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Liv Moon - Say Goodbye

quinta-feira, 24 de julho de 2014.


É um Japão sendo representado por meio dessa banda de incrível qualidade. 
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Maldição

segunda-feira, 21 de julho de 2014.


Número de páginas: 93

Edição: 1(2013)

Formato: A5 148x210

Coloração: Preto e branco

Tipo de papel: Offset 75g


Sinopse

Maldição não é apenas um poema que da nome ao livro. Maldição é viver sem um amor, Maldição é não ser feliz. Maldição é desconhecer seus demônios. Maldição é viver em um país sem liberdade e democracia verdadeiras. Maldição é um livro de poemas que vão fazer você pensar, refletir, sorrir e chorar uma verdadeira festa de sentimentos e experiencias cerebrais.

Compre o livro = Maldição
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A Cruz Multilada



Amo-te, ó cruz, no vértice, firmada
De esplêndidas igrejas;
Amo-te quando à noite, sobre a campa,
Junto ao cipreste alvejas;
Amo-te sobre o altar, onde, entre incensos,
As preces te rodeiam;
Amo-te quando em préstito festivo
As multidões te hasteiam;
Amo-te erguida no cruzeiro antigo,
No adro do presbitério,
Ou quando o morto, impressa no ataúde,
Guias ao cemitério;
Amo-te, ó cruz, até, quando no vale
Negrejas triste e só,
Núncia do crime, a que deveu a terra
Do assassinado o pó:

Porém guando mais te amo,
Ó cruz do meu Senhor,
É, se te encontro à tarde,
Antes de o Sol se pôr,

Na clareira da serra,
Que o arvoredo assombra,
Quando à luz que fenece
Se estira a tua sombra,

E o dia últimos raios
Com o luar mistura,
E o seu hino da tarde
O pinheiral murmura.

*

E eu te encontrei, num alcantil agreste,
Meia quebrada, ó cruz. Sozinha estavas
Ao pôr do Sol, e ao elevar-se a Lua
Detrás do calvo cerro. A soledade
Não te pôde valer contra a mão ímpia,
Que te feriu sem dó. As linhas puras
De teu perfil, falhadas, tortuosas,
Ó mutilada cruz, falam de um crime
Sacrílego, brutal e ao ímpio inútil!
A tua sombra estampa-se no solo,
Como a sombra de antigo monumento,
Que o tempo quase derrocou, truncada.
No pedestal musgoso, em que te ergueram
Nossos avós, eu me assentei. Ao longe,
Do presbitério rústico mandava
O sino os simples sons pelas quebradas
Da cordilheira, anunciando o instante
Da ave-maria; da oração singela,
Mas solene, mas santa, em que a voz do homem
Se mistura nos cânticos saudosos,
Que a natureza envia ao Céu no extremo
Raio de sol, pasmado fugitivo
Na tangente deste orbe, ao qual trouxeste
Liberdade e progresso, e que te paga
Com a injúria e o desprezo, e que te inveja
Até, na solidão, o esquecimento!

*

Foi da ciência incrédula o sectário,
Acaso, ó cruz da serra, o que na face
Afrontas te gravou com mão profusa?
Não! Foi o homem do povo, a quem consolo
Na miséria e na dor constante hás sido
Por bem dezoito séculos: foi esse
Por cujo amor surgias qual remorso
Nos sonhos do abastado ou do tirano.
Bradando – esmola! a um; piedade! ao outro.

Ó cruz, se desde o Gólgota não foras
Símbolo eterno de urna crença eterna;
Se a nossa fé em ti fosse mentida,
Dos opressos de outrora os livres netos
Por sua ingratidão dignos de opróbio,
Se não te amassem, ainda assim seriam.
Mas és núncia do Céu, e eles te insultam,
Esquecidos das lágrimas perenes
Por trinta gerações, que guarda a campa.
Vertidas a teus pés nos dias torvos
Do seu viver d'escravidão! Deslembram-se

De que. se a paz doméstica, a pureza
Do leito conjugal bruta violência
Não vai contaminar, se a filha virgem
Do humilde camponês não é ludíbrio
Do opulento, do nobre, ó Cruz. to devem;
Que por ti o cultor de férteis campos
Colhe tranquilo da fadiga o prémio,
Sem que a voz de um senhor, qual dantes, dura
Lhe diga: «É meu, e és meu! A mim deleites,
Liberdade, abundância: a ti, escravo,
O trabalho. a miséria unido à terra,
Que o suor dessa fronte fertiliza,
Enquanto, em dia de furor ou tédio,
Não me apraz com teus restos fecundá-la.»

Quando calada a humanidade ouvia
Este atroz blasfemar, tu te elevaste
Lá do Oriente, ó Cruz, envolta em glória,
E bradaste, tremenda, ao forte, ao rico:
«Mentira!», e o servo alevantou os olhos,
Onde a esperança cintilava, a medo,
E viu as faces do senhor retintas
Em palidez mortal, e errar-lhe a vista
Trépida, vaga. A cruz no céu do Oriente
Da liberdade anunciara a vinda.

Cansado, o ancião guerreiro, que a existência
Desgastou no volver de cem combates,
Ao ver que, enfim, o seu país querido
Já não ousam calcar os pés d'estranhos,
Vem assentar-se à luz meiga da tarde,
Na tarde do viver, junto do teixo
Da montanha natal. Na fronte calva,
Que o sol tostou e que enrugaram anos,
Há um como fulgor sereno e santo.
Da aldeia semideus, devem-lhe todos
D tecto, a liberdade, e a honra e vida.
Ao perpassar do veterano, os velhos
A mão que os protegeu apertam gratos;
Com amorosa timidez os moços
Saúdam-no qual pai. Nus largas noites
Da gelada estação, sobre a lareira
Nunca lhe falta o cepo incendiado;
Sobre a mesa frugal nunca, no estio,
Refrigerante pomo. Assim do velho
Pelejador os derradeiros dias
Derivam paru o túmulo suaves,
Rodeados de afecto, e quando à terra
A mão do tempo gastador o guia,
Sobre a lousa a saudade ainda lhe esparze
Flores, lágrimas, bênçãos, que consolem
Do defensor do fraco as cinzas frias.

Pobre cruz! Pelejaste mil combates,
Os gigantes combates dos tiranos,
E venceste. No solo libertado,
Que pediste? Um retiro no deserto,
Um píncaro granítico, açoutado
Pelas asas do vento e enegrecido
Por chuvas e por sóis. Para ameigar-te
Este ar húmido e gélido a segure
Não foi ferir do bosque o rei. Do Estio
No ardor canicular nunca disseste:
«Dai-me, sequer, do bravo medronheiro
O desprezado fruto!» O teu vestido
Era o musgo, que tece a mão do Inverno
E Deus criou para trajar as rochas.
Filha do céu, o céu era o seu tecto,
Teu escabelo o dorso da montanha.
Tempo houve em que esses braços te adornava
C'roa viçosa de gentis boninas,
E o pedestal te rodeavam preces.
Ficaste em breve só, e a voz humana
Fez, pouco a pouco, junto a ti silêncio.
Que te importava? As árvores da encosta
Curvavam-se a saudar-te, e revoando
As aves vinham circundar-te de hinos.
Afagava-te o raio derradeiro,
Frouxo do Sul ao mergulhar nos mares.
E esperavas o túmulo. O teu túmulo
Devera ser o seio destas serras,
Quando, em Génesis novo, à voz do Eterno,
Do orbe ao núcleo fervente, que as gerara,
Elas nus fauces dos bolcões descessem.
Então para essa campa flores, bênçãos,
Ou é saudade lágrimas vertidas,
Qual do velho soldado a lousa pede,
Não pediras à ingrata raça humana,
Ao pé de ti no seu sudário envolta.

*

Este longo esperar do dia extremo,
No esquecimento do ermo abandonada,
Foi duro de sofrer aos teus remidos,
Ó redentora cruz. Eras, acaso,
Como um remorso e acusação perene
No teu rochedo alpestre, onde te viam
Pousar tristonha e só? Acaso, à noite,
Quando a procela no pinhal rugia,
Criam ouvir-te a voz acusadora
Sobreelevar à voz da tempestade?
Que lhes dizias tu? De Deus falavas,
E do seu Cristo, do divino mártir,
Que a ti, suplício e afronta, a ti maldita
Ergueu, purificou, clamando ao servo,
No seu transe: «Ergue-te, escravo!
És livre, como é pura a cruz da infâmia.
Ela vil e tu vil, santos, sublimes
Sereis ante meu Pai. Ergue-te, escravo!
Abraça tua irmã: segue-a sem susto
No caminho dos séculos. Da Terra
Pertence-lhe o porvir, e o seu triunfo
Trará da tua liberdade o dia.»

Eis porque teus irmãos te arrojam pedras,
Ao perpassar, ó cruz! Pensam ouvir-te
Nos rumores da noite, a antiga história
Recontando do Gólgota, lembrando-lhes
Que só ao Cristo a liberdade devem,
E que ímpio o povo ser é ser infame.
Mutilado por ele, a pouco e pouco,
Tu em fragmentos tombarás do cerro,
Símbolo sacrossanto. Hão-de os humanos
Aos pés pisar-te; e esquecerás no mundo.
Da gratidão a dívida não paga
Ficará, ó tremenda acusadora,
Sem que as faces lhes tinja a cor do pejo;
Sem que o remorso os corações lhes rasgue.
Do Cristo o nome passará na Terra.

*

Não! Quando, em pó desfeita, a cruz divina
Deixar de ser perene testemunha
Da avita crença, os montes, a espessura,
O mar, a Lua, o murmurar da fonte,
Da natureza as vagas harmonias,
Da cruz em nome, falarão do Verbo.

Dela no pedestal, então deserto,
Do deserto no seio, ainda o poeta
Virá, talvez, ao pôr do Sol sentar-se;
E a voz da selva lhe dirá que é santo
Este rochedo nu, e um hino pio
A solidão lhe ensinará e a noite.

Do cântico futuro unta toada
Não sentes vir, ó cruz, de além dos tempos
Da brisa do crepúsculo nus asas?
É o porvir que te proclama eterna;
É a voz do poeta a saudar-te.

*

Montanha do Oriente,
Que, sobre as nuvens elevando o cume,
Divisas logo o Sol, surgindo a aurora,
E que, lá no Ocidente,
Última vez seu radioso lume,
Em ti minha alma a eterna cruz adora.

Rochedo, que descansas
No promontório nu e solitário,
Como atalaia que o oceano explora,
Alheio ás mil mudanças
Que o mundo agitam turbulento e vário,
Em ti minha alma a eterna cruz adora.

Sobros, robles frondentes,
Cuja sombra procura o viandante,
Fugindo ao Sol a prumo que o devora,
Nesses dias ardentes
Em que o Leão nos céus passa radiante,
Em ti minha alma a eterna cruz adora.

Ó mato variado,
De rosmaninho e murta entretecido,
De cujas ténues flores se evapora
Aroma delicado,
Quando és por leve aragem sacudido,
Em ti minha alma a eterna cruz adora.

Ó mar, que vais quebrando
Rolo após rolo pela praia fria,
E fremes som de paz consoladora,
Dormente murmurando
Na caverna marítima sombria,
Em li minha alma a eterna cruz adora.

Ó Lua silenciosa,
Que em perpétuo volver. seguindo a Terra,
Esparzes tua luz ameigadora
Pela serra formosa,
E pelos lagos que em seu seio encerra,
Em ti minha alma a eterna cruz adora.

Debalde o servo ingrato
No pó te derribou
E os restos te insultou,
Ó veneranda cruz:

Embora eu te não veja
Neste ermo pedestal;
És santa, és imortal;
Tu és a minha luz!

Nas almas generosas
Gravou-te a mão de Deus,
E, à noite, fez nos céus
Teu vulto cintilar.

Os raios das estrelas
Cruzam o seu fulgor;
Nas horas do furor
As vagas cruza o mar.

Os ramos enlaçados
Do roble, choupo e til
Cruzando em modos mil,
Se vão entretecer.

Ferido, abre-o guerreiro
Os braços, solta um ai,
Pára, vacila, e cai
Para não mais se erguer.

Cruzado aperta ao seio
A mãe o filho seu,
Que busca, mal nasceu,
Fontes da vida e amor.

Surges; símbolo eterno,
No Céu, na Terra e mar,
Do forte no expirar,
E do viver no alvor!

(Alexandre Herculano)
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Emerald Mind - Gothmog

quinta-feira, 10 de julho de 2014.






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Opus Doria - The Cry Of The Knight


Opus Doria - O Choro Do Cavaleiro 

                                                                       

I see deserted valleys, I imagine grey watersVejo vales desertos, imagino águas cinzentas
And I see your face, in the frozen northern windE eu vejo seu rosto, com o vento norte congelado
Your destiny without mine, not knowing.Seu destino sem o meu, não saber.
Nothing has any more sense, or evidenceNada tem mais sentido, ou de provas
Here by owe of honor, you just may liveAqui por dever de honra, você só pode viver
What is your only weakness.Qual é a sua única fraqueza.
Over there I hear your criesLá eu ouvi seus gritos
Their echoes burn in my heartSeus ecos queimar no meu coração
Waiting silently for the nightEsperando em silêncio durante a noite
Suffering from your absence.Sofrendo de sua ausência.
Your combats don't seem so realSeus combates não parecem tão reais
Neither hate nor passion you feelNem ódio nem paixão que você sente
You who for a king, abandon for the right thingVocê que um rei, para abandonar a coisa certa
The only force that keep you livingA única força que mantê-lo vivo
Over there sound your criesLá soar seus gritos
Their echoes break down my heartSeus ecos quebrar meu coração
Silently waiting for the nightSilenciosamente esperando pela noite
In the cold keeping in mind...Na manutenção de frio em mente ...
One day your tears will dryUm dia, suas lágrimas secarão
Forever you'll have my heartPara sempre você vai ter meu coração
Waiting for the end of night,Esperando o fim da noite,
Finally the sun rises!Finalmente o sol se levanta!

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Epica: turnê sul americana anunciada, por enquanto sem Brasil

segunda-feira, 7 de julho de 2014.


O EPICA anunciou três datas no México e mais três na Colômbia em setembro. Possivelmente isso seja um indício de que datas em países como Brasil, Chile e Argentina, sejam anunciadas em breve.


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O Castelo Do Meu Ser

quinta-feira, 3 de julho de 2014.

Às vezes provo do inferno
Outra do doce mel
No amargo fel
Esquento-me no inverno
Em estado de ternura
Ou de insinuante amargura.

Continuo de amando
Tal sentimento me sufocando
Vejo que o intento
É dar-te o tormento
Nem simplesmente me odeia
Arde sangue nas veias.

A visão da branca tempestade
Transportando-me a um estado tortuoso
Perdi-me no labirinto temeroso
Onde enterrei da obscuridade
Das lembranças e remorso
Quanto mais raiva, mais te adoro.
Desconheço o castelo que moro.

Até parece que a natureza
Tripudia do que vai acontecer
A minha face escapou a beleza
O tempo à fez desaparecer
E eu mesmo sou prisioneiro

No castelo do meu ser.
(Jason Notifies Wallace) 

Texto retirado do livro = Canção De Fantasma, pag 25-6

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DarkTale e a cultura do Doom Metal em Alagoas

quarta-feira, 2 de julho de 2014.

Para os mais preconceituosos fica muito difícil de imaginar qualquer banda de rock em qualquer estado da região nordeste ainda mais uma banda identificada com a cultura gótica. Certo é que se torna um desafio à resiliência adotar as vestimentas gótica num lugar como Alagoas onde é verão o ano todo, por isso o gótico daqui é muito mais visceral do que simplesmente um questão de vestimenta. 

Num estado onde não existe uma lei de incentivo à cultura, onde o espaço para o rock é muitas vezes insignificante ter bandas de rock em Alagoas ou arriscaria dizer que ter gente disposta a mostrar sua arte é quase uma providencia do céu. Então cada um tenta tirar leite de pedra.

A banda da vocalista Anyta Deyse formada em 2006, com o intuito de fazer musicas com uma temática Gothic/Doom Metal, influenciada por bandas como My Dying Bride, Draconian, Tristania, Silent Cry, entre outras. Fez shows ao lado de grandes bandas do cenário metal do Brasil, como Malefactor, Silent Cry, Atheistc, Malkuth, Predator. Depois de diversas mudanças de integrantes a banda finalmente consegue se firmar e gravar a primeira Demo, intitulada ,... And Darkness Fell, que foi bem recebida pelo público.

A banda tem muita qualidade e não perde em nada para outras bandas do estilo nacional ou internacional, eu como fã indiscutível da banda espero novidades logo.

Jason Notifies Wallace

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INVERNO DA ALMA

sexta-feira, 27 de junho de 2014.





Na claustrofóbica visão de um quarto
Chora uma alma, inerte
Feito defunto na tumba
Sua atenção chamar, não tente.

Pois ela não ira escutar
Essa alma a muito sofre
Nem um resquício de alegria
Enrubesce sua face.

Nem o mortiço brilho lunar
Inspira-lhe poesias
Contempla a folha em branco
Umedecias de lágrimas e só o nome:
As minhas tristezas dedicam elegias.

Essa é a alma minha
Convalescente do mal pernicioso
Afogo-me em lembranças
Do tempo que fui ditoso.

Guardo lembranças 
Dessa aurora da vida
E hoje presencio o funeral
Da alma lívida.

Lágrimas secam sozinhas
A dor causada por elas não
Estas perseguem feito o algoz
Por toda vida os que sofrem de solidão.

Desvaneceu em minha mente
A última vez que fui feliz
Só recordo o desterro de minha alma
E a hora que tu partes.

Se foi com o calor do verão
Os devaneios de felicidade
Com o inverno me sobreveio
Os desejos de mordacidade.

Nem um sopro de amor virginal
Aquece meu peito morto
Que envolto no arabesco da aranha
Falece com um simples beijo no rosto.
Quando a existência não mais me couber
Cobre o corpo meu com a veste de minha amada
Para que na morte sonhe com ela
Depois deposita a cruz profanada.

Sob o peito macilento
Agarrada pela mão fria
Sela assim meu caixão
Enterra-me na mesma catacumba onde ela dormia.

E finalmente deixai-me apodrecer
Onde feneceu o lábio amado
E onde repouso agora eu
Sorrindo pelo devaneio realizado.

Assim quero partir
E do inverno excluir minha alma
A luxuria viverá com você no inferno
E finalmente serei o mais ditoso dos poetas
Que na morte realizou seu desejo
Selando a eternidade com um beijo.

Jason Notifies Wallace
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Última Aurora

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014.
Última Aurora

Por capricho deste destino, nesta terra morta
Fui concebido, está agora minha terra natal
Tem me angustiado, a alma frágil e mortal!
Os dias a decorrer, pelo timbre infernal

Do mesmo relógio que bate noite após noite
Ao epitáfio da noite doirada, e amei mais
Sofri mais nesse inferno todo, angustiei-me mais
Nunca mais, nunca mais, repito noite após noite

O seio de gaia, agrilhoa-me a vida insuportável
Aos contos de Orion, dos amores imagináveis
Senti o ferrão do escorpião de formas inigualáveis.
As lâminas do destino, o conto insuportável

Eu que amei esta terra por razão que me cora
Ouço o orvalhar suave desta ultima manhã
Ao suspirar minha alma jaz no amanhã
Que deus, permita-me que seja a ultima aurora!
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Bahugera Sanatório - Desejo da Quimera

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014.
Bahugera Sanatório parte 3 - Desejo da Quimera

Minha 'lma encontra-se na forma mais vil
De toda a criação, esse abismo de rochedos forte
Que beiro é a criação da loucura para a morte
Enquanto agonizo neste quarto, febril

O lançar destas trevas sobre a noite infinda
Ouço ainda pelo sussurrar das vozes celestes
A atroz quimera de minha 'lma tão temida
O inferno é a terra até que o último suspiro reste

Ouço novamente sussurrar as vozes celestes
Relembrar-me dos pecados que me persegue
Não há mentira nesta terra que ateste

A erma dor que sinto nessa noite do Agreste
Ouvi agora o fogo fátuo desta terra
A qual minha quimera jurou guerra

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Pesadelo Gótico

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014.
Livro= Pesadelo Gótico
Autor = Jason Notifies Wallace
Editora = Clube Dos Autores
Edição = 1°
Ano = 2012
Acabamento = Brochura s/orelha
 Formato= 105x148

Sinopse:

Muitas histórias já foram escritas desde o século XVIII com a temática do vampiro. Mas nunca vi uma obra que falasse sobre o nascimento do vampiro. Nessa obra "Pesadelo Gótico" Casemiro é escolhido por forças espirituais malignas que querem recriar o ser humano.
Desse desejo nasce o primeiro vampiro o jovem Casemiro. Muito além de uma mera história de vampiros, “Pesadelo Gótico” questiona sobre heróis e bandidos. O peso do pecado que cada um carrega. E vai contra conceitos dogmáticos que há muitos séculos tem permeado nossas vidas. 


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