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Tristania - album taster

segunda-feira, 21 de novembro de 2011.
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Tristania - Album taster 2

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Tristania - Rubicon taster 3

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Tristania - Year of the Rat

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Evanescence - Broken ft. Amy Lee

domingo, 13 de novembro de 2011.




Broken - Seether
Lançamento: 2004
Amy Lee participou da gravação e do clipe da música Broken da banda Seether. Dirigido por Nigel Dick e filmado no deserto de Lancaster. A ideia de haver uma parceria veio antes de Amy e Shaun (vocalista do Seether) se conhecerem, mas o projeto precisou ser adiado. A música remete a uma pessoa com coração abandonado, despedaçado, assim como o lugar. Amy Lee e Shaun Morgan estavam namorando na época da música.
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Evanescence - Amy Lee: KoЯn - Freak On A Leash





Freak On A Leash - Acústico MTV KoЯn
Lançamento: 2007
Amy Lee participou da música Freak on a Leash do Acústico MTV da banda KoЯn. Gravado em Times Square, Nova Iorque. Foi o primeiro single do Acústico MTV KoЯn. Entre outros convidados no Acústico, estava a banda The Cure. A relação com a bandaKoЯn não era novidade, já que o Evanescence como um todo se declarava fã da banda e Thoughtless foi um dos covers tocados na turnê do Fallen.
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Evanescence - Bring Me To Life






Lançamento: abril de 2003
Diretor: Philipp Stölzl
Filmado em: Romênia
O clipe conta com a participação de Paul McCoy, vocalista da banda 12 Stones. Ben não entendeu bem o que o diretor queria mostrar com o vídeo; a dúvida entre sonho e realidade é a questão encenada. A banda brincou de guerrinha com bolas de neve durante os intervalos. Amy teve realmente de subir uma parte do cenário. Para parecer que Amy estava caindo, ela foi presa em um sistema com arames de modo que o ventilador pudesse fazer vento. Para a cena em que Amy cai de costas no clipe (por quase 25m), foi utilizada uma dublê.
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Evanescence - Going Under





Lançamento: dezembro de 2003
Diretor: David Mould
Filmado em: Barcelona, Gothic Quarter
A música utilizada é a versão da banda, que é a 12ª faixa da segunda leva do CD Fallen. Ela está disponível para download no site do Evanescence. No clipe, Amy é um fantasma, ela nunca toca o chão. É possível entender a letra da música de duas maneiras: houve uma separação de um casal ou um deles morreu. Pode-se inferir no clipe que Amy está morta e Ben, na interpretação, seria o companheiro que ainda vive; ambos, porém, não conseguem se livrar da presença um do outro "but you still have all of me". O clipe foi gravado duas semanas antes de Ben deixar o Evanescence.
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Evanescence - My Immortal





Lançamento: dezembro de 2003
Diretor: David Mould
Filmado em: Barcelona, Gothic Quarter
A música utilizada é a versão da banda, que é a 12ª faixa da segunda leva do CD Fallen. Ela está disponível para download no site do Evanescence. No clipe, Amy é um fantasma, ela nunca toca o chão. É possível entender a letra da música de duas maneiras: houve uma separação de um casal ou um deles morreu. Pode-se inferir no clipe que Amy está morta e Ben, na interpretação, seria o companheiro que ainda vive; ambos, porém, não conseguem se livrar da presença um do outro "but you still have all of me". O clipe foi gravado duas semanas antes de Ben deixar o Evanescence.
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Evanescence - Everybody's Fool





Lançamento: abril de 2004
Diretor: Philipp Stölzl
Filmado em: Los Angeles
O clipe mostra Amy vestida alternadamente como uma adolescente fútil, uma 'pop idol' pré-fabricada e uma garota rica e glamourosa. Amy faz uma crítica, assim como na inspiração para a letra, aos artistas que se vendem através de mentiras e, em certos pontos, chegam a relacionar essas mentiras com sua própria carreira. A percepção de que as palavras de um ídolo são vazias podem ser percebidas tanto pelos fãs quanto pelo próprio ídolo, face esta representada no clipe e causa de infelicidade.


O que as loiras falam no elevador: "oh meu Deus, é ela? - Definitivamente." "Com licença, você é quem eu acho que é? - Sim!" "Você é bem mais feia agora que estou te vendo nelhor."
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Evanescence - Call Me When You're Sober




Lançamento: agosto de 2006
Diretor: Marc Webb
Filmado em: Hollywood
O clipe apresenta ícones que rememoram à história de Chapeuzinhio Vermelho, como lobos e uma capa vermelha que Amy usa. O ator que interpreta com Amy é Oliver James Goodwill, chamado nas gravações de wolfie, modelo e baterista da banda Melessa Jean. Na gravação, foram utilizados lobos de verdade que, segundo a Amy, eram quase do tamanho dela e lhe causaram alergia. Foi exibido um especial na MTV com o making of do clipe.
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Evanescence - Lithium




Lançamento: novembro de 2006
Diretor: Paul Fedor
Filmado em: Hollywood
O clipe, conforme o site da MTV, é um embate entre Amy de preto e Amy de branco, a tristeza e a felicidade. Segundo Amy, o diretor colocou maravilhosamente a atmosfera da música: "Lithium é sobre fazer a escolha entre o conforto da tristeza e a idéia de felicidade. você entra nesses ciclos onde você está sujeito a más situações ou relacionamentos ou qualquer coisa e é difícil você próprio sair disso porque é tudo tão negativo e pesado. é mais ou menos sobre isso, estar livre. (...) uma metáfora de felicidade, de um ponto de vista negativo. é como se, não quero enlouquecer e não sentir mais nada", disse Lee.
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Evanescence - Sweet Sacrifice




Lançamento: abril de 2007
Diretor: Paul Brown
Filmado em: Los Angeles
O clipe possui cenas de performances ao vivo, mas gravadas no estúdio, projetadas nas paredes e tecidos do cenário. Foi inspirado no filme A Cela. Como Amy disse à MTV, é "como se estivéssemos nas paredes de nossas mentes" e "já que o clipe é o nosso mais pesado, nós realmente queríamos focar nossa performance mas ainda com alguma coisa realmente única (...) Não tem muitas coisas fofas e vôos, nem mesmo truques ou lobos; é mais real como a música e é único para nós, nós geralmente fazemos coisas doidas". Houve uma promoção no EvClub e alguns membros foram sorteados para poderem assistir à gravação do clipe.
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Evanescence - Good Enough








Lançamento: setembro de 2007
Diretores: Marc Webb e Rich Lee
Filmado em: Budapeste


No clipe, o homem que aparece na foto não é ninguém em específico, embora a música remonte a deixar para trás coisas que não foram agradáveis. Durante as filmagens, Amy Lee teve que ficar bem próxima ao fogo que aparece no clipe. As passagens escritas no livro do clipe, segundo o Evanescence Greek são excertos da música "Can't let go of this dream, I can't breathe but I feel good enough for you to love me too, shouldn't let you". Antes do lançamento oficial, vazou uma versão sem os efeitos especiais.
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Evanescence - What You Want




Lançamento: setembro de 2011
Diretora: Meiert Avis
Filmado em: Nova Iorque


A história do clipe foi escrita por Carrie Lee, irmã de Amy. Fãs puderam se submeter via email para participar das gravações do clipe no primeiro dia, no Brooklyn. A intenção do clipe era relembrar os antigos clubes de show da banda, como o Vino's, onde a plateia fica bem próxima. No dia de gravação com os fãs, fazia muito calor na cidade e no set; muitos acabaram vomitando. Tim também vomitou e Amy passou mal. No segundo dia de gravação, foram feitas as tomadas só com Amy. Na cena da água, Terry não estava muito certo se devia fazê-la mas acabou concordando.
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Cabala

domingo, 6 de novembro de 2011.

Sob uma definição generalizada, Cabala pode ser compreendida como "tratado filosófico-religioso hebraico, que pretende resumir uma religião secreta que se supõe haver coexistido com a religião popular dos hebreus". Porém, esta é uma definição extremamente simplificada que omite diversos aspectos significativos.
A origem etimológica da palavra Cabala encontra-se no hebraico como qabbalah e é comumente grafada de diversas formas: Kabbalah, Qabbala, cabbala, cabbalah, kabala, kabalah, kabbala. Originalmente, significa recepção ou recebimento, no sentido metafórico de "recebimento do ensinamento" ou "recebimento da sabedoria".
Nos meios de estudo filosóficos e ocultistas, a Cabala é uma doutrina mística do judaísmo que tem por objetivo conhecer Deus e o Universo através de um ensinamento restrito aos seres espiritualmente iluminados. Porém, segundo o Rabino Joseph Saltoun, a Cabala é mais democrática e acessível: ''A cabala é uma sabedoria universal que está na essência de todas as religiões, por isso qualquer pessoa pode estudar e praticar''.

Uma das formas de obter o conhecimento superior seria através da interpretação correta de textos sagrados, inclusive a Bíblia. Não apenas da mensagem explícita, mas também dos códigos implícitos infiltrados na grafia destes livros.
Estes antigos manuscritos são as bases do misticismo judaico que se desenvolveu ao longo da história e nos quais encontram-se elementos que posteriormente seriam reconhecidos como elementos pertencentes à Cabala. Entre eles estão o Bahir (publicado no início do século XII e impresso apenas em meados do século XVII), o Zohar (conjunto de textos sobre a Torah com uma abordagem mística da natureza divina, natureza da alma, universo, bem e mal, entre outros), e o Sefer Yetzirah (Livro da Luz - antigo texto do hebraico de período histórico não determinado).
O estudo da Cabala pode ser dividido em duas partes. A Cabala Teórica que tem por objetivo compreender o equilíbrio do universo pelo estudo das energias espirituais oriundas de Deus e dos códigos numéricos ocultos no texto original. A Cabala Mágica que possibilita interferir em acontecimentos práticos através da meditação ou recitação dos nomes sagrados de Deus, expressos em 72 combinações de letras do alfabeto hebraico.


A Alma e a Cabala

Alguns pontos comuns entre o Zohar e a tradição da Cabala são encontrados quando referem-se aos elementos que compõem a alma. Segundo esta análise, a alma humana é composta de três partes distintas que são plenamente despertas apenas em indivíduos evoluídos espiritualmente.
O nefesh é comum a todos os seres humanos e passa a integrar o indivíduo no momento de seu nascimento. É a fonte da natureza física e psicológica. É considerado a parte inferior (irracional) da alma que está associado aos instintos e desejos físicos. O ruach é a parte mediana responsável por virtudes morais e capacidade de distinção entre o bem e o mal. O ruach é desenvolvido ao longo da vida e depende da nobreza de valores de cada indivíduo, como suas crenças e ações. O neshamah é a alma superior. É o elemento determinante que distingue o ser humano de outras formas de vida e está relacionada diretamente ao intelecto. Também é desenvolvido no decorrer da vida.
Ainda, no Raaya Meheimna (manuscrito posteriormente incorporado ao Zohar) há alusões a outros dois elementos: o chayyah (permite ao homem a percepção do poder divino) e o yehidah (nível mais elevado que permite total integração com Deus).
Há também elementos que se manifestam eventualmente na alma humana. O Ruach HaKodesh permite a capacidade profética. O Neshamah Yeseira permite uma maior profundidade espiritual ao judeu durante o Shabbat (descanso semanal que, segundo o judaísmo, foi ordenado por Deus). Esta habilidade adquirida pela alma pode se desenvolver ou retroceder totalmente, de acordo com a fé do judeu. O Neshoma Kedosha que se manifesta nos judeus ao atingirem a maioridade e está relacionado ao estudo dos mandamentos da Torah. Assim como o Neshamah Yeseira, o Neshoma Kedosha também está passível de desenvolvimento ou regressão, dependendo do empenho de cada indivíduo.
Entretanto, segundo estudiosos (como o Rabino Joseph Saltoun), a Cabala também aplica-se em diversas áreas dos conhecimentos e necessidades humanas, tantos espirituais como físicas. É possível, por exemplo, compreender a origem da alma, relacionamentos afetivos, destino e livre arbítrio, por exemplo.


A Cabala e suas conexões

O estudo cabalístico não se limita ao universo judaico. A partir do século XVIII houve um processo de popularização da Cabala entre diversas tradições ocultistas; favorecendo sua infiltração e conexão com outras faces do esoterismo, até mesmo no ocidente. Desse modo, variações cristãs da Cabala passaram a ser estudadas. A Cabala também passou a integrar e combinar-se em correntes neopagãs.
Jesus Cristo poderia ter sido um conhecedor dos mistérios cabalísticos. O Heptameron (tratado medieval de magia) utiliza-se de símbolos cabalísticos. Na idade Média, devido à intolerância religiosa, o estudo da Cabala era secreto. Vários sistemas de Magia utilizam a cabala como referência. O ocultista francês Eliphas Levi foi um dos estudiosos cabalísticos. A Cabala Hermética (como é conhecida no Ocidente) foi abordada pelo ocultista inglês Aleister Crownley; assim como o Amanhecer Dourado de George Cecil Jones. Em 1922, foi fundado pelo Rabino Berg, na cidade de Jerusalém, o Centro de Estudos da Cabala, que favoreceu sua disseminação além dos limites do judaísmo.

A Árvore da Vida

A Árvore da Vida é um recurso simbológico que representa alguns conceitos cabalísticos. É formada por dez Sephira que emanam de Ain Soph, que é a representação da própria natureza divina da qual deriva cada sephira. Cada uma das dez sephira representa uma dimensão para a realidade. Assim, cada uma funciona como um canal que conduz a "Luz do Mundo Infinito" até o homem.
Graficamente, as sephira estão alinhadas em três colunas que estão interligadas por meio de vinte e duas conexões. Estão dispostas em camadas triangulares sendo que cada uma está relacionada a um plano: Emanações (Atziluth), Criações (Beriah), Formações (Yetzirah) e Ações (Asiyah). As dez sephiras que compõem a Cabala são Keter, Chochma, Biná, Chesed, Gevurah, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod e Malchut.

A Cabala no século XXI


Atualmente, a Cabala atingiu um nível de popularidade suficiente a ponto de serem oferecidos cursos de interpretação cabalística com ênfase em aspectos práticos da vida cotidiana. Personalidades como Madonna e Mick Jagger aderiram ao estudo da Cabala. Ainda, há um Centro de Estudos da Cabala em São Paulo e Rio de Janeiro.
Se, de certa forma, esta popularidade obtida pode relegar a Cabala à condição de uma simples ferramenta de auto-ajuda e autoconhecimento; por outro lado, há a democratização de uma tradição milenar e poderosa, que coloca-se ao alcance de qualquer cidadão que deseje evoluir nos planos espirituais e materiais da própria existência.
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Ankh

sábado, 5 de novembro de 2011.

Ankh, (pronuncia-se "anak") conhecida também como cruz ansata, era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte.
A forma do ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. Em algumas representações primitivas, possui as suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.


História




Ha muitas especulações para o surgimento e para o significado do ankh, mas ao que tudo indica, surgiu na Quinta Dinastia. Quanto ao seu significado, há várias teorias. Muitas pessoas vêem o ankh como símbolo da ressureição.
Muitos, sem ter qualquer conhecimento sobre a história de Ankh, acabam afirmando que este é um símbolo originalmente satânico ou um símbolo criado por algum culto de magia negra, porém, acredita-se que seu real significado (que originalmente era egípcio) aponta par uma direção oposta a da cultura popular, pois a idéia mais aceita é de que o ankh na verdade seja um símbolo relacionado a vida.
A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.
Andrew H. Gordon e Calvin W. Schwabe especulam no livro The Quick and the Dead de 2004 que os simbolos Ankh, Djed e Was tem uma base biológica derivados da cultura de criação de gado do antigo egipto (ligado á crença egípcia de que o sémen era criado na coluna vertebral), assim:
O Ankh, símbolo da vida, vértebra torácica de um touro (visto em corte transversal);
O Djed, símbolo da estabilidade, a coluna vertebral de um touro;
O Was, símbolo do poder e dominação, o pênis seco de um touro símbolo da deusa Wosret ou Wasret.
Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III. Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o ankh (por sua semelhança com a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.
No final do século XIX, o ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam, além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippies do final da década de 60. É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protetor de quem o carrega. O ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representando a união entre o reino do céu e a terra. Em outras situações, está associado aos vampiros, em mais uma atribuição à longevidade e imortalidade. Ainda encontra-se como uma alusão ao nascente-poente do Sol, simbolizando novamente o ciclo vital da natureza.
E diziam também que quem usa-se este simbolo em algum lugar do corpo, estaria protegido pelos deuses egípcios.


Ankh no Brasil


O ankh popularizou-se no Brasil no início dos anos 70, quando Raul Seixas e Paulo Coelho (entre outros) criaram a Sociedade Alternativa. O selo dessa sociedade possuía um ankh adaptado com dois degraus na haste inferior, simbolizando os "Degraus da Iniciação", ou a chave que abre todas as portas. Numa outra interpretação, representa o laço da sandália do peregrino, ou seja, aquele que quer caminhar, aprender e evoluir. Em relação à Sociedade Alternativa, a realidade é que a intenção de Raul não era fundar uma comunidade concreta, tinha que ser algo anárquico, mais espiritual do que material, seria uma revolução interna do ser humano.


O Lado Negro do Ankh


Na cultura pop, ele foi associado pela primeira vez ao vampirismo e à subcultura gótica através do filme The Hunger – Fome de Viver (1983), em que David Bowie e Catherine Deneuve protagonizam vampiros em busca de sangue. Há uma cena em que a dupla, usando ankhs egípcios, está à espreita de suas presas numa casa noturna ao som de Bela Lugosi's Dead, do Bauhaus. Assim, elementos como a figura do vampiro, o ankh e a banda Bauhaus podem actuar num mesmo contexto; neste caso, a subcultura gótica. Possivelmente, através deste filme, o ankh foi inserido na subcultura gótica e pelos adeptos da subcultura, de uma forma geral. Mais tarde a personagem Morte, da HQ Sandman, seria o mais famoso ícone na cultura pop relacionando o ankh e a subcultura gótica.
Desse modo, vemos que o ankh não sofreu grandes variações em seu significado e emprego primitivo, embora tenha sido associado a várias culturas diferentes. Mesmo assim lhe foi atribuído um caráter negativista por aqueles que desconhecem a sua origem e significados reais, associando este símbolo a grupos e seitas satânicas ou de magia negra. O símbolo também representa o Kemetismo, uma religião neopagã que cultiva as crenças do Egito Antigo.
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